MAJOR CARVALHO.Tido como um dos maiores narcotraficantes do mundo, ex-PM de MS, expulso em 2018, sumiu no mundo



Preso pela primeira vez em 1997, 25 anos atrás, por tráfico de drogas, com ramificações na Bolívia e Venezuela, o ex-major da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Sérgio Roberto de Carvalho, à época com 39 anos (hoje 63 anos de idade), desde então, mergulhou no universo da criminalidade e não quer mais sair de lá.

A última notícia do ex-oficial foi publicada nesta quinta-feira (13) no portal Uol, por Jonas Jozino, jornalista que acompanha há anos a ficha corrida de Carvalho.

Desta vez, a polícia descobriu que, lavar dinheiro, o ex-major tentou negociar em território brasileiro 10 de máscaras de proteção contra o coronavírus, carga chinesa.

Ninguém sabe ao certo por onde anda Carvalho, que já cumpriu pena em MS por tráfico de drogas. 

Na Europa, o ex-major é conhecido como o “Escobar brasileiro”, uma referência ao famoso Pablo Escobar, assassinado em 1993, há 28 anos. 

Carvalho estreou na PM de MS na segunda metade dos anos de 1980, como chefe do batalhão militar, em Amambai, cidade localizada na região de fronteira do MS com o Paraguai.

Já há época, o então oficial contrabandeava pneus vindos do país vizinho. 

Embora descoberto prática do crime, Carvalho escapou investigação. 

Depois disso, o ex-oficial-se entregado no tráfico de drogas, cumprindo a pena mas, ao a liberdade, cumprindo-se de acordo com o tráfico de drogas. 

Histórico das máscaras

De acordo com o portal Uol, o Boeing 747-400F, um cargueiro de 400 toneladas, desembarcou no aeroporto internacional de Florianópolis em 11 de junho de 2020, proveniente da China. 

Havia 25 anos que uma aeronave desse porte não aterrissava na capital catarinense.

O avião foi carregado com 10 milhões de materiais de proteção contra o coronavírus também chamados de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). 

As informações de que os produtos adquiridos foram adquiridos por um importador privado.

Mas, segundo a Polícia Federal, citada o Uol, uma concessão foi feita por uma empresa investigada por ligação com uma organização criminosa liderada pelo ex-major da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Sérgio Roberto de Carvalho, o Major Carvalho, um dos maiores narcotraficantes do mundo, procurado nos cinco continentes.

Na Europa, segue o Portal, o forgido é chamado de “Escobar brasileiro”, em referência ao narcotraficante colombiano Pablo Escobar. 

A PF diz que entre os anos de 2018 e 2019, o Major Carvalhou R$ 2,25 bilhões exportando 45 toneladas de cocaína para Portugal, Espanha, Itália, França, Bélgica, Holanda e Alemanha.

acordo com a Polícia Federal, o “Escobar brasileiro” se utiliza da pandemia para lavar dinheiro, importando da China insumos para combater à covid-19, como máscaras de proteção, equipamentos de testes para detecção de coronavírus e termômetros infravermelhos.

Ainda conforme o Uol, a descoberta aconteceu após a deflagração da Operação Enterprise, desencadeada pela Polícia Federal em 23 de novembro de 2020 para combater a lavagem de dinheiro com o tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos 66 mandados de prisão.

A irmã do Major Carvalho, Lucimara de Carvalho, 56, era uma das pessoas presas. 

Agentes Apreenderam ou Telefone Celular dela. As investigações da PF apontam que ela eo irmão trocaram várias mensagens pelo aplicativo WhatsApp.

Agentes de transporte de mercadorias ou de transporte de mercadorias e transporte de mercadorias em dólares americanos em contas bancárias da China para uso de aeronaves, transporte de mercadorias e realização de depósitos em dólares em contas bancárias.

Mensagens

Em uma das mensagens, o Major Carvalho pede para a irmã fazer contato na China com uma mulher chamada Kelly. 

A PF suspeita que seja o apelido de uma chinesa. Em outra, duas tratam da manipulação de milhares de equipamentos de testes para covid-19, máscaras de proteção e termômetros.

A mensagem de 2 de junho de 2020 confirma a entrega. 

As investigações da PF concluíram a operação foi comandada pelo Major Carvalho.

No período de 6 a 13 de junho de 2020, Lucimara e Kelly continuam com as trocas de mensagens.

As comunicações como duas confirmam a descolagem de uma aeronave da China transportando para o Brasil os equipamentos de testes para covid-19 e máscaras de proteção, usando a logística da empresa suspeita de ligação com a organização liderada pelo Carvalho.

Lucimara e Kelly tratam ainda de manuseio de termômetros infravermelhos e também falam sobre o fretamento de mais uma aeronave. 

Ainda segundo a Polícia Federal, no celular de Lucimara foram imagens dos produtos hospitalares na China.

Ainda não havia filmagens no celular do Boeing 747 taxiando em um aeroporto da China antes de decolar rumo ao Brasil. 

Em outras mensagens, Major Carvalho revela à irmã que contraiu o coronavírus e comenta sobre a intenção de importar produtos hospitalares da China para os Estados Unidos.

A Polícia Federal guardou cópias de segurança armazenadas não e documentos de fixação de “uma ação contra de Paulo de proteção aparente de Paulo 4 milhões para a compra de 36 milhões de máscaras.

Para a PF, uma organização do estudo de celulares importante Carvalho vender para o Estado de São Paulo como máscaras importadas da China, financia com dinheiro do tráfico internacional de drogas geradas com uma exportação de ofertas para a Europa via portos brasileiros.

Um relatório da Polícia Federal ao qual a reportagem teve acesso diz que “aparentemente o negócio não foi concluído por causa da rescisão do contrato pelo Estado de São Paulo devido ao atraso na entrega dos produtos”.

A reportagem entrou em contato com o escritório dos advogados Thiago Quintas Gomes e Herculano Xavier de Oliveira, defensores de Lucimara de Carvalho. Um funcionário informou que ambos estão em férias, viajando e pedindoam para não serem importunados.

Um cúmplice

Lucimara é acusada pela PF de integrar o núcleo financeiro da organização criminosa do Major Carvalho, cuidando da documentação, das empresas de contabilidade e da lavagem de ativos para o grupo, inclusive usando o documento gerado no Paraná.

A irmã do Major Carvalho foi indicada por lavagem de dinheiro mas, segundo informações da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, também responde por associação ao tráfico de drogas e organização criminosa.

Ela foi recolhida na Penitenciária Feminina da Capital, no Carandiru, zona norte de São Paulo, até 9 de julho de 2021, quando foi beneficiada com prisão domiciliar.

Os advogados de Lucimara descrevem que não existem quaisquer advogados que também possam praticar o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e que não existem advogados que possam praticar a lavagem de dinheiro por ela.

Segundo os mesmos, Lucimara tem bons antecedentes é primária e exerceu ocupação de ocupação, com rendimentos obtidos aos ganhos obtidos legalmente ao longo e sem defensores da vida do trabalho, através da transferência.

A definição de Lucimara é irmã de advogados após uma delegada da Polícia Civil, aposentada como sendo uma carreira pela ética, dedicação e sem qualquer falta funcional após anos.

Nas petições, os problemas psiquiátricos domiciliários para transtornos Lucimara, por causas humanas, já que ela é portadora de doenças crônicas mórbidas, problemas psiquiátricos, além de problemas psiquiátricos, além de causas jurídicas, obesidade e obesidade. Correio do Estado