Em Mato Grosso do Sul, a cidade de Paranhos foi alvo da operação.

Não se tem informações de presos no Estado. A operação ainda cumpriu mandados no Paraná, Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraíba, Sergipe, Santa Catarina, Minas Gerais. A quadrilha atuava nos estados do Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte em associação na importação, guarda, remessa e transporte de armas de fogo, acessórios e munições, que teriam como destino diversos outros estados do país, com destaque para Bahia e Rio Grande do Norte.

Depois das investigações, a PF deflagrou a operação e cumpriu mais de 210 mandados em nove estados brasileiros, sendo que 28 pessoas foram indiciadas por tráfico internacional de armas e munições e associação criminosa.

Investigações feitas pela Polícia Federal que deflagrou nesta quinta-feira (5) operação Gus Express contra o tráfico internacional de armas descobriu que a quadrilha investigada teria movimentado mais de R$ 2 milhões. Nove estados brasileiros foram alvos da operação, entre eles Mato Grosso do Sul. As armas seriam importadas, sem registros no Brasil.

Em coletiva, foi informado que a quadrilha usava dois métodos para o envio das armas sendo uma usando os Correios, onde as armas vinham escondidas em encomendas de equipamentos e lutas marciais e também era usado o transporte pelo meio terrestre, onde pistolas e fuzis eram escondidos em tanques de combustíveis de veículos atravessando o país até o nordeste e de lá para outros estados brasileiros.

Foi descoberto que a quadrilha atuava desde 2016 enviando armas para várias regiões do Brasil. A quadrilha já teria enviado cerca de 300 armas usando tanto os Correios. O grupo já teria movimentado cerca de R$ 2 milhões com os armamentos. MIDIAMAX