Frontera

Trasladan a cabecilla del megaasalto junto a Pavâo

El brasileño Manoel do Nacimento (37), alias “Coyote”, involucrado en el megaasalto a Prosegur de Ciudad del Este y también metido en el intento de rescate de Marcelo Piloto, fue transferido ayer de una prisión de Curitiba a la penitenciaría de alta seguridad de Mossoró (Rio Grande do Norte), donde cumple sentencia el narco Jarvis Ximenes Pavâo.

“Coyote” fue mudado de prisión al descubrirse un plan de tentativa de fuga, siendo que en septiembre último hizo volar un muro de la penitenciaría de Piraquara (Paraná), para fugarse junto a otros 28 reclusos. Posteriormente, Nacimento fue recapturado, lo mismo que Daniel Estrella, otro que también fue llevado a Mossoro.

El traslado, que se hizo ayer domingo en avión, bajo fuertes medidas de seguridad, fue a pedido de la Secretaria de Seguridad Pública. La transferencia causó molestias y las fuerzas de seguridad temen un amotinamiento de los reclusos. Otros cuatro reos fueron llevados hasta la penitenciaría de Catanduvas, también por el mismo motivo, informó O Globo. En Catanduvas, están recluidos Marcelo Piloto y Cabeza Branca.

Nascimento pertenece a la agrupación criminal PCC y fue uno de los líderes del gigantesco golpe de más de 11 millones de dólares a la transportadora Prosegur, en abril del año pasado, donde murió un agente de seguridad. Asimismo, se le atribuye a “Coyote” la muerte de un personal penitenciario en la prisión de Paraná donde estuvo recluído.

En nuestro país, Coyote aparece como la persona que contrató a los tres brasileños abatidos el 24 de octubre último en Presidente Franco (Alto Paraná), donde fue hallado un cochebomba con 84 kilos de dinamita en gel, que supuestamente era para rescatar a Marcelo Piloto.

Además, Manoel do Nascimento apareció en un audio donde menciona que pagó 70.000 dólares al exsubcomandante de la Policía Nacional, comisario Luis Pablo Cantero. El funcionario policial salió a negar las alusiones, pero fue destituido el mes pasado. EXTRA

Detentos são transferidos após suspeita de tentativa de resgate na Penitenciária de Piraquara, diz polícia
Daniel Estrela e Manoel do Nascimento, conhecido como Coiote, suspeitos de chefiar facção criminosa, foram transferidos sob um forte esquema de segurança, neste domingo (23), para o Rio Grande do Norte.
Por Adriana Justi, Wilson Kirshe e James Alberti, G1 PR, RPC Curitiba e TV Globo

Detentos são transferidos após suspeita de tentativa de resgate em Penitenciária

Daniel Estrela e Manoel do Nascimento, conhecido como Coiote, suspeitos de chefiar uma facção criminosa, foram transferidos da Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), na Região Metropolitana de Curitiba, para a Penitenciária Federal de Mossoró (RN), neste domingo (23), após pedido da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp).

A transferência foi feita após a suspeita de uma nova tentativa de resgate de presos, segundo o delegado da Polícia Civil Rodrigo Brown. Segundo a polícia, eles foram transferidos de avião sob forte esquema de segurança.

Outros quatro detentos da PEP também foram transferidos, de acordo com Brown. Eles foram levados para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do Paraná.

Em setembro deste ano, criminosos fortemente armados explodiram um muro da penitenciária e resgataram 29 presos. Estrela foi um dos resgatados, mas acabou sendo preso novamente.

Na véspera do resgate, ele trocou mensagens de voz com Manoel do Nascimento, que foi quem comandou o resgate, segundo a polícia. Coiote também foi preso logo depois no litoral de São Paulo.

O delegado Rodrigo Brown afirmou que Coiote é suspeito de crimes gravíssimos, inclusive do ataque à base da Prosegur no Paraguai. Ele afirmou ainda que o preso também é suspeito da morte de um agente penitenciário no interior do estado.

As forças de segurança do estado estão de sobreaviso para uma possível retaliação da facção criminosa por causa das transferências.

O advogado de defesa de Estrela e Nascimento, Claudio Dalledone Júnior, disse que ainda está tomando conhecimento da situação, mas que até o momento tratava-se “apenas de uma hipótese de resgate”.G1

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