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Na cadeia, assassino de Mayara trata sífilis e tem crises por falta de droga

Na cadeia, assassino de Mayara trata sífilis e tem crises por falta de droga
Doença foi descoberta na semana passada

Clayton Neves

Preso há pouco mais de um mês por matar a violonista Mayara Amaral, de 27 anos, Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos, recebeu na semana passada diagnóstico de sífilis e passa por tratamento médico na penitenciária onde está detido. De acordo com a defesa do músico, o baterista também recebe atendimento para controlar as crises de abstinência em decorrência da falta do uso de drogas.

“Na semana passada chegou o resultado do exame e a assistente social fez uma ligação de emergência para o pai dele pedindo remédios para o tratamento que ele já deu início. Tanto a família quanto o Luís ficaram desesperados”, conta Conrado Souza Passos, advogado de Luís.

Ainda conforme o advogado, o baterista “tem passado muito mal” em decorrência de crises de abstinência pela falta do uso de drogas. “A falta de drogas tem causado uma série de transtornos de saúde a ele”, afirmou Passos.

Insanidade mental
Depois de culpar o uso de drogas, a defesa de Luís vai pedir à Justiça que o músico passe por avaliação de sanidade mental por acreditar que o baterista tenha cometido o crime “motivado por um distúrbio muito além de sua vontade”.

Segundo Conrado Passos, ele só aguarda que o músico seja notificado oficialmente do processo criminal instaurado contra ele para dar entrada com o pedido na Justiça.

​Crime
Mayara foi morta a marteladas, e segundo um dos suspeitos, também foi esganada. Luís Alberto Bastos Barbosa de 29 anos, Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, e Anderson Sanches Pereira, 31 anos, foram presos em flagrante pelo crime, na quarta-feira, 26 de julho.

Em depoimento, Luís afirmou que o responsável por matar a musicista foi Ronaldo. Na versão dele, os três haviam combinado de ir ao motel juntos e foi Mayara quem buscou ele e o comparsa em seu veículo, um Gol modelo 1992. Para entrar no local, ‘Cachorrão’ teria se escondido no banco de trás.

Dias após o crime, a defesa de Luís passou a afirmar que ele queria mudar a versão dos depoimentos e contar que assassinou Mayara durante uma briga e, que estava sozinho no local do crime

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