Fronteira

Camaros, BMWs, lancha e festas: a história do PM, bandido e boa-vida

Policiais federais prendem subtenente da Polícia Militar que operava um dos principais braços de tráfico de drogas do PCC na fronteira com o Paraguai
Por Eduardo Gonçalves
13 jul 2018, 21h27

PM OSTENTAÇÃO – Molina (à esq.) andava de helicóptero (acima) e tinha carrões na garagem (no alto, ao lado da Ferrari, sua filha e o marido) (//Divulgação)

Silvio César Molina foi preso pela Polícia Federal em 25 de junho sob a acusação de tráfico de drogas na fronteira com o Paraguai. Seria apenas mais um caso entre tantos não fossem detalhes abjetos: Molina é subtenente da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (tem mais de vinte anos de carreira e pelo menos duas condecorações por serviço exemplar) e não se contentou em passar de policial a bandido. Chefiava uma das maiores quadrilhas fornecedoras de droga para a principal facção criminosa do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC). A vida dupla, de subtenente da PM no estado e braço logístico de organização criminosa, durou mais de dez anos.
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