Fronteira

Apenas 4 semanas de licença: 1º ministra da Nova Zelândia dá à luz

Em nosso país, por exemplo, a mulher tem direito a se afastar do trabalho por 120 dias

© Reuters

LIFESTYLE MATERNIDADE

Governante da Nova Zelândia, Jacinda Ardern é a segunda mulher a se tornar mãe enquanto ocupa o cargo mais importante de um país. Por lá, a primeira-ministra de 37 anos terá apenas seis semanas em casa cuidando da bebê, apesar de ser um dos países mais progressistas em relação aos direitos das mulheres.

A primeira mulher a se tornar mãe enquanto ocupava o cargo máximo do Paquistão, foi a ex-premier Benazir Bhutto, em 1990.

Como contou o ‘O Globo’, Jacinda Ardern se manteve na função até os últimos dias da gravidez. No início desta semana, ela ainda estava no Parlamento. Em todo o país, o clima era de ansiedade, já que a premier é bastante popular, sobretudo entre a parcela mais jovem da sociedade.

Mas que como funciona a licença-maternidade ao redor do mundo?

Melhores lugares

Em Montenegro, na Bósnia e na Albânia é permitido um afastamento de um ano. No Reino Unido e na Noruega, são 315 dias de licença, enquanto a Suécia garante 240 dias para a mãe e 84 para o pai. Já a Noruega tem a melhor licença-paternidade do mundo, com 112 dias.

Mais parecidos com o Brasil

Na Eslováquia, as mães têm 28 semanas, ou seja, 196 dias. Mas, se for mãe solo, são 37 semanas (podia ser o mesmo aqui, né?). No Chile e de Cuba podem ficar em casa com o bebê por 156 dias, recebendo o salário total. Na Costa Rica, são 120 dias. No restante da América Latina, a licença é diminui: na Colômbia são 98 dias; Argentina e Peru, 90 dias.

Piores locais para ser mãe

De acordo com informações do site ‘BBC’, os Estados Unidos oferecem piores condições para as mães, se igualando a políticas públicas de países africanos, como Nigéria, Botswana e Zâmbia. São 84 dias de licença-gravidez. Achou absurdo? Tem mais! As moms não recebem remuneração alguma! A única diferença é que os pais têm direito ao mesmo período. Pior que o país de Donald Trump só mesmo o Sudão, onde as mulheres têm direito a apenas 56 dias.

Comentarios

Más popular

Arriba