Economia

Dólar ganha força e flerta com os R$4,00

O dólar comercial fechou em alta nesta quarta-feira, com a moeda solta sem as operações na bolsa de Nova York com o feriado do Dia da Independência. Na operação eletrônica, o índice futuro de dólar estava em queda em Nova York.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,913 para a compra e R$3,913 para a venda, alta de 0,45%.

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O dólar futuro, com contratos para vencimentos em 01 de agosto, ficou cotado em R$3,923 na compra e R$3,923,50 na venda.

O dólar turismo ficou cotado a R$3,760 para a compra e R$4,070 para a venda, queda de 0,97%.

O euro ficou em R$4,559 para a compra e R$4,561 para a venda, alta de 0,42%.

A libra estava em R$5,175 para a compra e R$5,178 para a venda, alta de 0,76%

O Banco Central do Brasil vendeu 14 mil contratos em swap cambial tradicional, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, para rolagem e com vencimentos para 02 de agosto.

Fluxo Cambial

O fluxo cambial ficou positivo em junho em US$ 3,710 bilhões, conforme o Banco Central do Brasil, e marcando alta pelo terceiro mês consecutivo.

Do lado financeiro, a entrada líquida em junho foi de US$ 890 milhões, resultado de aportes no valor de US$ 46,647 bilhões e de retiradas no total de US$ 45,758 bilhões. O financeiro contempla investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

Do lado comercial, o saldo de junho ficou positivo em US$ 2,820 bilhões, com importações de US$ 15,550 bilhões e exportações de US$ 18,370 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 2,651 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 6,625 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 9,094 bilhões em outras entradas.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice futuro de dólar, DXY, no comércio eletrônico, que compara o movimento do dólar com mais seis moedas, estava em queda de 0,05% a 94,54.

Em todos os mercados cambiais, as atenções se voltarão a partir desta quinta-feira (05) para a divulgação da ata do Federal Reserve, para indicadores do setor de trabalho e para a entrada em vigor das tarifas de importações dos Estados Unidos para a China e vice-versa na sexta-feira (06).

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