Economia

DÓLAR FECHA EM QUEDA

O dólar comercial manteve a desvalorização ante o real nesta segunda-feira, com a ação mais severa do Banco Central do Brasil em leilão de linha. Hoje, a injeção direta foi US$ 3 bilhões e os 8.800 contratos em swap cambial.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,776 para a compra e R$3,777 para a venda, queda de 0,14%.

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O dólar turismo ficou em R$3,620 para a compra e R$3,930 para a venda, queda de 1,26%.

O euro ficou em R$4,420 para a compra e R$4,421 para a venda, alta de 0,14%.

A libra ficou em R$5,013 para a compra e R$5,016 para a venda, queda de 0,24%.

No comunicado, o BCB acrescentou que vai seguir com contratos de swap cambial ao longo da semana. A autoridade monetária explica que “não vê restrições para que o estoque de swaps cambiais exceda consideravelmente os volumes máximos atingidos no passado.”

A entrada com leilão de linha, que é a venda de dólares à vista e com o compromisso de recompra, em US$3 bilhões era esperada pelo mercado cambial desde que a moeda disparou nas últimas semanas e rompendo os R$3,80. Porém, nesta sessão, o BCB vendeu US$500 milhões no leilão de linha e manteve os 8.800 contratos em swap cambial com vencimento para o dia 02 de julho.

Ainda no comunicado, o BCB reafirmou também as intervenções do Tesouro Nacional, que vão atuar de forma coordenada no mercado de juros para prover liquidez.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento do dólar com mais seis moedas, segue em queda de 0,18% a 94,32. O WSJ, que amplia o comparativo com mais 16 moedas, segue em alta de 0,61% a 86,05.

O peso no índice de dólar se deu com o aumento da tensão comercial entre os Estados Unidos e a China.

O iene subiu 0,2% em relação ao dólar comprado ¥ 109,79.

Contra o par australiano caiu 0,4% para US$0,74.

O dólar também ganhou em relação ao yuan da China, comprando 6,5448, alta de 0,59%.

A lira da Turquia caiu US $ 0,17 em relação ao dólar com a vitória do atual presidente Recep Tayyip Erdogan nas eleições presidenciais e parlamentares de domingo. Erdogan, que era visto como o candidato desfavorável aos mercados.

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