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Fortuna em ouro e diamantes de Sérgio Cabral, é descoberta por investigadores

Ex-governador do Rio de Janeiro está preso no Presídio de Bangu, no Rio, por crimes de corrupção.

Investigadores da Suíça descobriram no país, uma fortuna em ouro e diamantes, atribuída ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Ele está detido no Presídio de Bangu, no #Rio de Janeiro, por determinação do juiz federal Marcelo da Costa Bretas, responsável pela sétima Vara Criminal da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Bretas comandou a Operação Eficiência, um braço da “Lava-Jato”, e apura escândalos de #Corrupção no estado do Rio de Janeiro, principalmente durante a administração do ex-governador Sérgio Cabral. As investigações da força-tarefa trabalham em conjunto com a Operação Lava-Jato, que é comandada em primeiro grau, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná.
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Fortuna milionária
Investigadores suíços descobriam um patrimônio acumulado clandestino, atribuído ao ex-governador carioca Sérgio Cabral. Correspondem à quantia milionária de US$ 3,5 milhões em ouro, diamantes e pedras preciosas. A descoberta ocorreu em dois cofres localizados em regiões distintas da cidade de Genebra, na Suíça. As informações foram repassadas às autoridades do Ministério Público Federal do Brasil, a partir da confirmação de dois acordos de colaboração premiada firmados entre o MPF e dois operadores financeiros: Renato e Marcelo Chebar. Outra informação de extrema relevância dada pelos delatores aos investigadores, trata-se da entrega em espécie, A Cabral, de quantias que variam entre 20 mil a 40 mil libras.

O local escolhido para o repasse do dinheiro, foi em um hotel da cidade de Londres, na Inglaterra. Os documentos apresentados pelos delatores confirmam os repasses, que ocorreram através de extrato do Banco Hapoalim, instituição financeira em que os valores foram entregues a Cabral foram sacados. Em uma das confissões do delator Renato Chebar, trata-se da conversão do dinheiro em espécie em pedras preciosas, já que de acordo com ideia sugerida pelo delator, “vislumbrava-se dificuldade em depositar o montante dos valores em espécie”, ressaltou o delator. Cabral está preso no Rio, em prisão preventiva para responder pelas acusações e crimes de corrupção a ele atribuídos. #Polícia Federal.

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