Paraguay

Empresas brasileiras investem no Paraguai

Expectativa do governo paraguaio é de que investimento brasileiro seja de R$ 2 bilhões.
Procurando mais facilidades para produzir e exportar, empresas paranaenses começam a demonstrar interesse em investir no Paraguai. A cidade de Santa Rita, a 70 quilômetros da fronteira com Foz do Iguaçu, já está em negociação para receber uma empresa ligada ao agronegócio, que pode gerar cerca de três mil empregos, diretos e indiretos.

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Fundada por agricultores, há 26 anos, a cidade de Santa Rita tem hoje 35 mil habitantes. 60% deles são brasileiros e a maioria vive da agricultura, mas a cidade também entrou no ritmo da industrialização paraguaia.

Atualmente são mais de 500 empresas de pequeno, médio e grande porte, a maioria também implantada por brasileiros, como o agrimensor, Edson Ferreira. Ele chegou aqui há 15 anos, apenas com a profissão. Hoje, a empresa dele, presta serviço em todo o Paraguai.

Mas o município quer mais, tanto que já reservou um espaço para formar um novo parque industrial, para receber uma parte dos investimentos de empresas do Paraná, que estão de olho nos custos e impostos baixo, além de mão de obra de sobra.

Airton Schmidt é vereador em na cidade e mora há 42 anos no Paraguai. Ele conta que nunca viu um interesse tão grande dos brasileiros pelo país vizinho. Ele faz parte da comissão que esta em contato direto com o governo paraguaio, buscando as regras oficiais para a implantação das empresas brasileiras.

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A expectativa do governo paraguaio é que as empresas paranaenses invistam nos próximos anos cerca de U$ 550 milhões, cerca de R$ 2 bilhões no câmbio atual. Só uma empresa de Cascavel estaria disposta a investir aqui, U$ 70 milhões, cerca de R$ 280 milhões.

A empresa é uma gigante na avicultura e quer construir aqui um frigorífico, uma fábrica de rações e pelos menos 250 aviários, para conseguir abater inicialmente 120 mil aves por dia. A produção seria exportada para o Oriente Médio.

O prefeito da cidade, Cesar Landy Torres, está confiante. Ele explica que o negocio só não foi fechado ainda por que a cidade precisa melhorar a estrutura para receber uma empresa tão grande.

O primeiro passo é conseguir aumentar a potencia energética de Santa Rita. Mas ele já recebeu o aval do presidente do país e espera que ainda este ano, a situação seja resolvida.por Marechal News.

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