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“Zika vírus é muito pior que o ebola”, diz especialista

“Zika vírus é muito pior que o ebola”, diz especialista
O hematologista Wellington Galvão da Santa Casa de Maceió explica detalhes sobre a doença
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A explosão de casos de bebês com microcefalia no Brasil, possivelmente em decorrência do zika vírus, tem repercutido no Brasil e em todo o mundo. Na tentativa de se descobrir mais sobre essa doença, suas formas de transmissão e consequências, cientistas e pesquisadores de diversos países estão mobilizados em diversos estudos. Para explicar um pouco mais sobre o zika vírus e a microcefalia, o R7 conversou com o hematologista e homoterapeuta Wellington Galvão, da Santa Casa de Maceió.

Veja a entrevista na íntegra a seguir:

R7 — O zika é menos agressivo que a dengue, já que no Brasil, foram registrados apenas três casos de morte por causa do vírus. Qual é o potencial do zika para matar?

Wellington Galvão — Como doença em si, ela é menos agressiva do que a dengue. O zika não era o bicho-papão que é hoje. Era apenas uma virose que passava rápido, sem sintomas muito agressivos. O grande problema do zika veio depois: são as consequências. Hoje, apesar de os sintomas serem mais brandos, as doenças que o zika vírus podem desencadear — como síndrome de Guillain-Barré e microcefalia — são piores. As mortes pelo vírus em si são muito incomuns, acontecem, normalmente, quando a pessoa tem imunidade muito baixa.

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