Brasil

Temos 188 Hitlers, 387 Rihannas e 165 Maradonas no Brasil

Temos 188 Hitlers, 387 Rihannas e 165 Maradonas no Brasil

    

AFP
Adolf Hitler em foto de 1938: aparentemente, a literatura também é um fator que pesa na hora de fazer o registro da criança

Felipe Germano, da Superinteressante

Diga-me como se chamas e te direi quem és. Nesta quarta, 27, o IBGE divulgou o levantamento nacional de nomes brasileiros.

O top five não poderia ser menos previsível: Maria é o nome mais comum (são mais de 11 milhões delas), seguidas de Joses, Anas e Joãos e Antonios.

A grande verdade é que bem mais interessante, são os outros registros. Temos 130 mil nomes diferentes que nos avisam: entre os brasileiros existem Madonnas, Einsteins, Zeldas e Vaders.
Em 2000, o número caiu para 488. Mais juvenis, as Emílias também marcam presença com 51 mil crianças registradas – a maioria delas no Paraná.

Também são 21 Capitus que, independente de terem traído ou não, são compatriotas de 92 Hermiones e dos 29 Hamlets.

A disputa de Senna e Schumachers talvez seja mais acirrada nos cartórios do que realmente foi na pista.

Os dois pilotos estão tecnicamente empatados, ambos na casa dos 30. O brasileiro com 36, quatro a mais do que o alemão, garantindo a pole por enquanto. No futebol, por outro lado, o Brasil perde mesmo.

Temos 112 Pelés, contra 165 Maradonas, nenhum vindo da Argentina – a maior parte deles nasceu no Maranhão.

Além dos já citados homônimos do criador da Teoria da Relatividade, o Brasil também conta com mais de 9 mil Newtons, 480 Darwins, e 187 Lavoisiers.

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