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Sargento-PM é obrigado a ser ajoelhar para ser morto com tiros na cabeça por bandidos em latrocínio

Neste domingo pela manhã um sargento da Polícia Militar foi assassinado próximo a um supermercado no bairro CPA III, em Cuiabá. Identificado como sargento Danilo, ele era lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar de Cuiabá

Foto: Reprodução

No domingo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), a violência em Cuiabá continua dando as cartas, sem que o governo Pedro Taques, favorável a queda da petista, consiga acabar com um de seus principais motes de campanha: a onda de assassinatos em Cuiabá e região. Um policial militar foi obrigado a se ajoelhar para ser morto em um latrocínio: roubo seguido de morte.

Neste domingo, 17, pela manhã um sargento da Polícia Militar foi assassinado próximo a um supermercado no bairro Morada da Serra (CPA- III), , em Cuiabá.

Identificado como sargento Danilo Neves Ramires, de 51 anos, lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar (3º BPM) da Morada da Serra, em Cuiabá. Danilo, segundo as primeiras apurações feitas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pe0ssoa (DHPP) foi atacado por dois homens que chegaram ao lado do militar em carro de cor prata.

Os bandidos teriam tentado roubar a arma do militar e o mataram, quando este tentou reagir. Um dos criminosos disparou duas vezes contra a cabeça do militar, que morreu ainda no local. A arma do sargento, que iria se aposentar nos próximos meses, foi roubada.

Populares disseram que ele teria sido obrigado a ficar de joelhos antes de ser morto. “Foi terrível ver uma pessoa que em vida nos defendia dos bandidos ser morto a sangue frio, com tiros à queima-roupa”, comentou um morador.

A assessoria da Polícia Militar confirmou que dois homens são suspeitos da ação, mas não há notícia quanto à prisão de criminosos. A PM também confirmou que várias guarnições estão vasculhando a região da Morada da Serra e da periferia de Cuiabá em buas aos dois latrocidas.

O corpo de Danilo foi removido do local do latrocínio para oi Instituto Médico Legal (IML) após ser liberado por investigadores da DHPP. Até o momento ninguém foi preso.

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