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Saída de Dilma une políticos de MS, de Azambuja a Puccinelli

A manifestação marcada para o dia 13 de março ganha força nas redes sociais e estão sendo apoiadas por políticos que fazem oposição ao Partido dos Trabalhadores no cenário político de Mato Grosso do Sul. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que acredita que as famílias devem tomar as ruas e protestar diante do sentimento de revolta na gestão da presidente Dilma Rousseff (PT).
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“O Brasil não aguenta mais essa condição em que vivemos hoje, as pessoas precisam se manifestar, as famílias não estão aguentando a forma de governar e precisam se manifestar diante do que sentem”, diz Azambuja.

Já o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), que defendia a gestão de Dilma, destacou que acredita na queda da presidente. “”Eu acho que ela sai, ela está em situação de dificuldade extrema, com essa possível delação do senador Delcídio, acho que ela acaba saindo”.

Concordando com Azambuja e Puccinelli, o deputado federal Carlos Marun (PMDB) destacou que aguarda a população nas ruas, que junto aos políticos, devem demonstrar que ‘lutam’ pela mudança democrática do Brasil.
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“Dia 13 vamos as ruas mostrar que queremos mudança, vamos dizer que não aguentamos mais essa forma de governar. Vamos manifestar nossa indignação nas ruas, reforço meu pedido e peço para todos irem as ruas”, disse Marun durante filiação do deputado Márcio Fernandes no PMDB.

O senador Waldemir Moka (PMDB) disse que assim como seus colegas, estará na rua e acredita que as ruas serão tomadas por anti-petistas. “Reforço o pedido do Marum e peço que a população esteja nas ruas, de forma ordeneira, manifestando o que estão sentindo”.

A condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava-Jato, na última sexta-feira também deve fazer parte do protesto, já que o petista se tornou o principal alvo da 24ª fase da investigação que apura esquema de corrupção na Petrobras.

A manifestação marcada para o dia 13 de março ganha força nas redes sociais e estão sendo apoiadas por políticos que fazem oposição ao Partido dos Trabalhadores no cenário político de Mato Grosso do Sul. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que acredita que as famílias devem tomar as ruas e protestar diante do sentimento de revolta na gestão da presidente Dilma Rousseff (PT).
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“O Brasil não aguenta mais essa condição em que vivemos hoje, as pessoas precisam se manifestar, as famílias não estão aguentando a forma de governar e precisam se manifestar diante do que sentem”, diz Azambuja.

Já o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), que defendia a gestão de Dilma, destacou que acredita na queda da presidente. “”Eu acho que ela sai, ela está em situação de dificuldade extrema, com essa possível delação do senador Delcídio, acho que ela acaba saindo”.

Concordando com Azambuja e Puccinelli, o deputado federal Carlos Marun (PMDB) destacou que aguarda a população nas ruas, que junto aos políticos, devem demonstrar que ‘lutam’ pela mudança democrática do Brasil.

“Dia 13 vamos as ruas mostrar que queremos mudança, vamos dizer que não aguentamos mais essa forma de governar. Vamos manifestar nossa indignação nas ruas, reforço meu pedido e peço para todos irem as ruas”, disse Marun durante filiação do deputado Márcio Fernandes no PMDB.

O senador Waldemir Moka (PMDB) disse que assim como seus colegas, estará na rua e acredita que as ruas serão tomadas por anti-petistas. “Reforço o pedido do Marum e peço que a população esteja nas ruas, de forma ordeneira, manifestando o que estão sentindo”.

A condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava-Jato, na última sexta-feira também deve fazer parte do protesto, já que o petista se tornou o principal alvo da 24ª fase da investigação que apura esquema de corrupção na Petrobras. (Top Mídia)

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