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Produtores começam o plantio da soja com expectativa de colher 7,3 milhões de toneladas

SOJA

Os produtores de soja de Mato Grosso do Sul já iniciaram o plantio do grão. Com o clima considerado favorável, já que o volume de chuvas vem agradando, a expectativa é de colher 7,3 milhões de toneladas no Estado. Até o momento já foram plantados 6,4 %, desde o dia 16 de setembro, quando sojicultores de algumas regiões deram início às atividades.

Segundo o engenheiro agrônomo e analista em agricultura da Aprosoja-MS, Leonardo Carlotto, se o clima continuar ajudando, a colheita pode até superar o estipulado.

“Por enquanto está favorável, apenas a região Norte que teve um período de seca mas em outras regiões os volumes de chuva foram bons. E a expectativa é que seja uma boa safra e que atinja 7,3 milhões de toneladas, que seria o normal, mas pode ter algumas excepcionalidades e supere a quantidade”, comentou o analista.

No Estado, serão plantados uma área de aproximadamente 2,4 milhões de hectares. Em Dourados, deve chegar em aproximadamente 160 mil hectares, superando o mesmo período do ano passado que foi de 153 mil. O custo para o produtor neste ano, também subiu e pode ser de R$ 2,4 mil por hectare. Já na safra de 2014/2015 o valor custou em média R$ 2,1 mil.

Entre os motivos, segundo a Aprosoja-MS são a alta do dólar, já que todos os produtos que são utilizados, como insumos, sementes, máquinas, implementos de irrigação e defensivos agrícolas são comercializados de acordo com o valor do câmbio, assim como a comercialização do grão.

A colheita deve seguir até novembro, no entanto alguns agricultores que optam em plantar mais tarde por estratégia, pode chegar até dezembro. A colheita, para os que plantaram já na segunda quinzena de setembro, iniciam no final de janeiro.

“Em Dourados, o plantio começou em 25 de setembro, deve seguir assim como em todo o estado até novembro, mas sempre tem alguns que optam por plantar mais tarde, por estratégia, que pode ser favorecido pelas questões climáticas ou não, são previsões e não temos como saber ao certo”, explicou Carlotto.

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