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POLICIAL E PISTOLEIRO DA MAFIA SÃO QUEIMADO NA FRONTEIRA

Os dois corpos carbonizados nesta quinta-feira (21) na carroceria de uma caminhonete Hilux eram do policial civil
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Anderson Celin Gonçalves da Silva, de 36 anos e de Alberto Aparecido Roberto Nogueira, de 55 anos, conhecido como Betão, envolvido em vários crimes com repercussão nacional e que também atuou como pistoleiro de Fernandinho Beira-Mar, um dos maiores traficantes da América Latina. A caminhonete foi encontrada perto de um lixão de Bela Vista, cidade distante 342 quilômetros da Capital.
As circunstâncias das mortes dos dois ainda não foram descobertas. A Hilux estava em nome de Betão e até agora nenhum suspeito pelos crimes foi encontrado. Testemunhas serão ouvidas pela polícia.
Anderson Celin era policial civil lotado em Campo Grande e morava na cidade. Em 2013, ele foi promovido para investigador da 3ª classe por tempo de serviço..
PISTOLEIRO.
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Betão, como era conhecido, tem ficha criminal extensa e antes de envolver no crime, era servidor estadual, no cargo de agente fazendário.
Em 2003, Betão foi acusado de matar policial militar Hudson Ortiz e de tentar matar o irmão dele, o também militar Hudman Ortiz, que ficou paraplégico. Betão acabou se transformando em vítima neste caso e foi absolvido porque o júri entendeu que ele agiu em legítima defesa..
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Betão também foi réu, na Justiça de São Paulo, por envolvimento na morte do empresário Antônio Ribeiro Filho e do geólogo Nicolau Ladislau Haraly. Razão pela qual ficou preso entre 26 de junho de 2008, quando foi flagrado pela PF em Pedro Juan Caballero com um arsenal, e 16 de fevereiro, sendo solto por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O ex-servidor também era conhecido por ter atuado como pistoleiro do chefe do tráfico e de facção carioca, Fernandinho Beira-Mar.
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