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Planilha de propinas da JBS atingem ‘coração’ do PMDB de MS

A Operação Lama Asfáltica encontrou as planilhas com supostos pagamentos de propina pela JBS antes da delação premiada do empresário Joesley Batista, que indicam o pagamento de R$ 34 milhões em propinas para políticos e para o PMDB no Mato Grosso do Sul. O valor teria sido pago pela empresa, centro do mais recente escândalo nacional.
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Conforme reportagem da Folha de S. Paulo, um mês antes de estourar o escândalo da delação dos sócios da JBS, a Polícia Federal havia divulgado as planilhas com a relação dos supostos pagamentos. Em 2016, a PF havia localizado na casa de André Luiz Cance planilhas com datas, nomes e valores e cópias de três acordos assinados entre a JBS e o governo do Estado para concessão de benefícios fiscais. Os acordos eram assinados, na JBS, por Valdir Boni, que se tornou delator no acordo fechado com a PGR (Procuradoria Geral da República).

A PF entregou à Justiça Federal, no dia 19 de abril, uma análise sobre os papéis apreendidos. Uma auditoria feita nas planilhas pela CGU (Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União) apontou uma correspondência entre os benefícios obtidos pela JBS na área tributária e os valores anotados como pagamentos, à proporção de 20%.

As anotações indicam que R$ 5 milhões foram pagos ao “PMDB”, R$ 9,2 milhões para as empreiteiras Ase e Proteco, de propriedade de João Amorim e mais R$ 2 milhões para a gráfica Alvorada, de propriedade de Mirched Jafar Junior, entre outros pagamentos.

Em nota, André Puccinelli negou com veemência as acusações, e chamou a história de “inverossímil”, devido aos valores. “É inverossímil a história de R$ 30 milhões mais R$ 60 milhões, pois tem de ver quanto os benefícios teriam reduzido de ICMS. Os ‘pseudo’ R$ 90 milhões não caberiam dentro da redução de ICMS dos incentivos . É só pegar os termos de acordo e somar”, afirmou.(Top Midia News)

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