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MS tem 2º maior índice de servidores federais expulsos

MS tem 2º maior índice de servidores federais expulsos
Em período de 14 anos, o índice por mil servidores foi de 9,60. Dados são do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
Em um intervalo de 14 anos, entre 2003 e 2016, Mato Grosso do Sul registrou o segundo maior índice do país de funcionários públicos federais que foram expulsos do serviço público ou tiveram a aposentadoria cassada por conta de irregularidades, segundo levantamento do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
De acordo com a pesquisa, neste período, ocorreram no estado 127 expulsões. Com um quadro de servidores de 10.108 profissionais, o índice para cada mil funcionários em Mato Grosso do Sul foi de 9,60. Ficou abaixo apenas do registrado no Amazonas, que no mesmo intervalo chegou a 11,32.
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Em 14 anos, funcionalismo público federal tem 6.042 servidores expulsos
O índice registrado em Mato Grosso do Sul ficou bem acima do indicador nacional. Conforme o Ministério da Transparência, no acumulado destes 14 anos foram aplicadas no país 6.042 penas expulsivas. Diante de efetivo de 582.600 funcionários públicos federais representou um índice de 5,22 para cada mil colaboradores.
De acordo com o levantamento, as expulsões de um modo geral no país ocorreram principalmente por atos relacionados a corrupção (como pagamento de propina); inassiduidade, abandono ou acumulação ilícita de cargo; atuação “preguiçosa” ou participação em gerência ou administração de empresas privadas. Os números não incluem trabalhadores de estatais, como a Petrobras, a Caixa e os Correios.
Prazo e denúncias
Segundo a Corregedoria-Geral da União (CGU), em média os processos administrativos contra os servidores públicos federais duram cerca de dois anos. Entretanto, esse prazo pode ser encurtado, se houver maior materialidade embasando as denúncias.
Ainda de acordo com a CGU, as situações são investigadas a partir de denúncias anônimas e da imprensa e ainda em razão da ação interna das corregedoria de cada órgão federal.
O G1 entrou em contato com a Controladoria Regional da União em Mato Grosso do Sul para analisar os dados estaduais, mas a informação é que somente na quinta-feira o chefe da unidade, José Paulo Julieti Barbiere, poderia comentar o assunto.
Fonte: G 1

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