Fronteira

MS perde R$ 2,3 bi com queda na receita das exportações em 2015

Valor foi obtido convertendo valor das exportações de dólar para real. Milho em grãos assumiu o terceiro lugar no ranking das exportações.

Do G1 MS

A receita de Mato Grosso do Sul com as exportações caiu 13,49% no acumulado de janeiro a outubro de 2015 frente o mesmo período de 2014, retrocedendo de US$ 4,596 bilhões para US$ 3,969 bilhões. Isso representa uma perda na comparação da parcial dos dois anos de US$ 626,380 milhões, que convertidos ao real, na cotação da abertura dos pregões nesta sexta-feira (6), de US$ 1 para R$ 3,782, representa R$ 2,368 bilhões.

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), que aponta ainda que no acumulado até outubro deste ano houve uma alteração em relação a parcial que tinha informações até setembro no posicionamento de três dos cinco principais produtos do ranking de exportação de Mato Grosso do Sul

A soja se manteve em primeiro lugar na listagem. As vendas do grão resultaram em uma receita para o estado de US$ 1,238 bilhão, o que representou 31,19% do total vendido pelo estado para o mercado internacional. Em relação ao mesmo período de 2014, quando haviam sido exportados da oleaginosa US$ 1,229 bilhão, houve um discreto aumento de 0,73%.

Na segunda posição do ranking também não houve alteração e continua segundo ocupada pela celulose, com embarques que renderam US$ 816,554 milhões as empresas sul-mato-grossenses, o que representou 20,57% de tudo o que o estado exportou na parcial deste ano.

Já na terceira posição, que na parcial de setembro era ocupada pela carne desossada e congelada de bovinos, ocorreu uma mudança. A colocação passou para o milho em grãos, que até então era o quinto. As exportações do cereal totalizaram nestes dez meses de 2015, US$ 325,956 milhões ou 8,21% do total.

Dessa forma, o milho empurrou a carne desossada e congelada de bovinos para a quarta posição do ranking estadual de receita com exportações, com o faturamento de US$ 290,931 milhões, e o açúcar, que era o quarto, passou para o quinto lugar na listagem, com resultado financeiro nestas operações de US$ 281,568 milhões.

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