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ICMS do boi em pé pode passar de 12% para 7% em Mato Grosso do Sul

Reivindicação dos pecuaristas deve ser respondida até quinta-feira (22)

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para venda de boi em pé pode diminuir de 12% para 7% em Mato Grosso do Sul, conforme reivindicação de pecuaristas.

Deputados estaduais, representantes da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), secretários de Fazenda e do Governo, Márcio Monteiro e Eduardo Riedel, respectivamente e o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB) se reuniram, hoje (21) pela manhã, na governadoria para tratar sobre a diminuição da alíquota fiscal na comercialização de boi em pé.
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“É quase certo que o pedido será aceito e amanhã já teremos resposta do governador”, disse o deputado Márcio Fernandes (PMDB), presidente da Comissão Agropecuária da Assembleia Legislativa.
O governador declarou que a Secretaria de Fazenda do Estado vai analisar pedido e amanhã mesmo apresenta relatório.

Apoiando a ação dos pecuaristas, o deputado Eduardo Rocha (PMDB), que também participou da reunião, disse que esta redução não vai reduzir receita em Mato Grosso do Sul. “Não vai diminuir porque não tem essa receita. Está tudo parado. Pode até aumentar”, defendeu.

Rocha se refere à crise que o Estado está enfrentando. “Com a carne fraca, escândalos da JBS e alíquota alta, teve muita diminuição de abates”, disse o peemedebista, alegando que esta redução do corte atingiu 20% neste ano.

“Os pecuaristas precisam vender bois e com essa proposta poderemos vender para outros estados”, declarou Rocha.

Márcio Fernandes apontou também a insegurança que pecuaristas estão vivendo. “Eles não têm coragem de vender para JBS. O frigorífico paga em promissória pré-datada para 30 dias. Nem os bancos estão confiando na empresa”, explicou o parlamentar.

Com a diminuição da alíquota, o deputado ressalta que será boa estratégia para que a JBS pague pelo boi à vista. “Com a diminuição de 12% para 7% o frigorífico pode mudar sua política de pagamento”, finalizou o parlamentar.
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