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Greve Geral paralisa escolas, fecha agências e deve levar milhares ao Centro de Dourados

Greve Geral paralisa escolas, fecha agências e deve levar milhares ao Centro

Nesta sexta-feira (28), acontece em Dourados a Greve Geral com o tema “Nenhum Direito a Menos”. As ações envolvem trabalhadores de vários setores que “cruzam os braços”, bem como panfletagem e shows culturais no centro, dentro do ato contrário as reformas da Previdência e Trabalhista e Lei da Terceirizaçãoentenda.

Trabalhadores de agências bancárias, correios e escolas municipais pausam os serviços logo pela manhã, o que segue por todo o dia, em apoio a mobilização. Neste último, a orientação é que os pais não levem os alunos as escolas tanto das redes estaduais e municipais, bem como os Ceims (Centros de Educação Municipais Infantis).

Uma panfletagem sobre os prejuízos com a aprovação das temáticas será feita na Praça Antônio João, às 6h30. Com a medida, o Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) afirmou que o objetivo dentro deste é conscientizar a população.

Para às 15h, acontecem os shows culturais com a concentração no cruzamento das vias avenida Marcelino Pires e avenida Hayel Bon Faker. Conforme divulgado pelo Dourados News o ato é liderado pelo Comitê Regional de Defesa Popular) com apoio de várias entidades sindicais, movimentos populares e estudantis.

Na cidade, o transporte público municipal segue com os serviços normalmente, conforme divulgado pelo Dourados News veja aqui.

Os atendimentos no comércio não vão parar. Inicialmente foi sinalizado por meio do Sindicom (Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista da Dourados) possibilidade de interromper os atendimentos na cidade, o que foi descartado nesta quarta-feira (26), conforme a diretoria.

No ato realizado no dia 15 de março dentro das mesmas temáticas, 2 mil pessoas foram a praça Antonio João.

A Proposta de Emenda à Constituição -PEC- 287-, que trata da reforma da previdência, prevê regras iguais para homens e mulheres, tanto para o serviço público quanto para o privado, idade mínima de 65 anos para aposentadoria e exigência de 25 anos de contribuição, tempo que pode chegar a 49 anos para acesso ao benefício integral.

No caso das Forças Armadas, o assunto será tratado por projeto de lei. Já os bombeiros e os policiais militares terão sua situação definida nos próprios estados.

O projeto de reforma trabalhista apresentado pelo Governo Michel Temer e aprovado nesta quinta-feira (27) no plenário da Câmara dos deputados, mantém a prevalência dos acordos coletivos em relação à lei em pontos específicos, propõe algumas garantias ao trabalhador terceirizado e o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, entre outras alterações.

O documento cria ainda duas modalidades de contratação: a de trabalho intermitente, por jornada ou hora de serviço, e também o home office.

A lei da terceirização tem como principal mudança à permissão das empresas para terceirizar quaisquer atividades, não apenas atividades acessórias da empresa. Isso significa que uma escola que antes poderia contratar só serviços terceirizados de limpeza, alimentação e contabilidade agora poderá também contratar professores terceirizados.

Desde que apresentada as três situações, protestos acontecem em todo o país.

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