Brasil

Fazendeiros serão transferidos para a Penitenciária de Dourados

Uma das coisas que mais revolta nesse país é quando você sabe que está certo mas a justiça é contra. Agricultores que lutam contra a crise, produz o pão de cada dia para todos, emprega muitas pessoas e ainda é considerado criminoso. Agora, índios podem invadir propriedades, destruírem casas e móveis, matarem animais de estimação, bater em policiais, tacarem fogo em viaturas e caminhões, cercarem rodovias estaduais que nada acontecem.
Até que ponto chegamos e até onde isso vai. São humilhados dentro de suas propriedades, expulsos só com a roupa do corpo, ameaçam abertamente que vão matar e a justiça federal nada. Qual é essa lei que os índios tem que não vale pra nós? Quem é que está por trás disso? O que os índios estão ganhando com isso?
Simplesmente revoltante. . .

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azendeiros presos ontem (18) pela Polícia Federal acusados de ataque armado contra indígenas no município de Caarapó, que resultou em uma morte, devem ser levados na tarde desta sexta-feira (19) para a Penitenciária Estadual de Dourados. As defesas dos ruralistas entraram com pedidos de revogação da prisão preventiva na Justiça Federal em Dourados.

Os quatro presos ontem (Jesus Camacho, Virgílio Mettifogo, Nelson Buainain Filho e Eduardo Yoshio Tomonaga, o “Japonês”) passaram a noite numa cela improvisada na Delegacia Regional de Polícia Federal, em Dourados. Os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em Caarapó, Laguna Carapã, Dourados e Campo Grande.

Existe a expectativa de que Dionei Guedin deva se apresentar hoje à Polícia Federal. Ele estaria viajando e por isso não foi localizado ontem. As prisões dos cinco fazendeiros foram determinadas pelo Ministério Público Federal.

Segundo o advogado de Camacho, Mettifogo e Tomonaga, Felipe Azuma, “possivelmente hoje haverá uma audiência de custódia. Se houver, vou pedir a revogação também”.
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O criminalista Maurício Rasslan defende Guedin e um escritório de Campo Grande faz a defesa de Buainain Filho.

A prisão dos ruralistas, segundo o MPF, faz parte da força-tarefa “Avá Guarani”, desencadeada para investigar o ataque armado no dia 14 de junho (dois dias depois da invasão da fazenda Yvu) que resultou em seis índios feridos a tiros e na morte do agente de saúde indígena Clodioude Aquileu Rodrigues de Souza, 26, alvejado por disparos na barriga e no peito.

O MPF afirma que “de acordo com as investigações, os fazendeiros teriam envolvimento direto com o ataque e podem incorrer nos crimes de formação de milícia privada, homicídio, lesão corporal, constrangimento ilegal e dano qualificado”.

As prisões visam garantir a ordem pública e objetiva evitar novos casos de violência às comunidades indígenas da região – “que já sofreram novo ataque, em 11 de julho, o qual deixou outros três índios feridos, dois deles, adolescentes”, alega o MPF.
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