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‘É para você aprender a calar a boca’, disse pistoleiro ao matar brasileira

A polícia de Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande, ainda não tem pista dos pistoleiros que executaram, na quarta-feira (31) a brasileira Josiane Vanessa Zilio, 32, mas suspeita que o crime tenha sido “queima de arquivo”, por ela “falar o que não devia”.

“Isso é para você aprender a calar a boca”, teria dito um dos pistoleiros antes de começar a atirar. Josiane foi executada a tiros de fuzil e pistola 9mm na frente dos filhos, de 8 e 11 anos, dentro de casa).
Natural de Nioaque, Josiane morava há cinco anos em Pedro Juan Caballero e seria amante de um guarda-costas de narcotraficante. O homem, conhecido como “Belo”, seria um ex-integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Queima de arquivo – Policiais que investigam o caso dizem que a morte de Josiane foi “queima de arquivo” e admitem não existir ainda nenhuma pista concreta dos pistoleiros.
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Pedro Juan Caballero – Paraguay
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O comissário Miguel Ayala, chefe de Ordem e Segurança da Polícia Nacional no departamento de Amambay, disse que os indícios são de que o crime foi cometido por dois homens, que invadiram a casa. A brasileira tinha acabado de chegar da rua e deixou a porta aberta, segundo a polícia.

Além dos dois filhos de Josiane, a empregada dela também estava na casa, mas não teria presenciado o crime porque estava em outro cômodo. A funcionária ouviu os tiros, mas quando foi ao local só viu os pistoleiros fugindo.
Em entrevista à rádio ABC Cardinal, de Assunção, Miguel Ayala comentou também sobre o namorado de Josiane e confirmou que as informações revelam que o homem era um dos um guarda-costas de narco.
Segundo o comissário, “Belo” teria fugido de Pedro Juan Caballero.

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