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Dourados é sede de organizações criminosas, diz delegado

Delegado Cleo Mazzotti diz que Dourados envia drogas e armas para outros estados e exterior
Fotos: Flávio verão

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Dourados deixou de ser uma cidade conhecida como “corredor do tráfico” e hoje abriga grandes organizações criminosas. A afirmação é do delegado Cleo Mazzotti, da área repressão ao crime organizado da Polícia Federal.

Durante coletiva à imprensa na manhã de hoje (02), na sede da PF em Dourados, ele disse que Mato Grosso do Sul é um dos estados que concentra, no país, maior entrada de entorpecentes. “Antes era apenas maconha. Agora é também de cocaína e de armas”, disse ao dar informações sobre a Operação Matterello, que prendeu família da fronteira responsável por tráfico internacional de drogas.

A facilidade de se instalar organização em Dourados, segundo ele, é devido ao porte da cidade. “É um município com muitas empresas, boa parte de grande porte. Um veículo com placas de Dourados ao rodar pelas rodovias não chama tanta a atenção se comparado a um veículo com placas de cidades fronteiriças, como Ponta Porã”, explica.
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Ainda de acordo com o delegado, empresas de fachada em Dourados são criadas para sustentar o tráfico de drogas, com destino principalmente aos estados de São Paulo e Paraná. Parte do entorpecente é enviado ao porto de Santos (SP), para ser encaminhado à Europa, em específico Itália e Espanha, onde o valor da cocaína é vendida por R$ 60 a R$ 70 mil, o quilo. A droga é enviada em contender misturadas a cargas de empresas normais e de fachada.

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