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Descoberto plano do PCC para assassinar agentes das forças de segurança em SP

Os serviços de inteligência da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público Estadual, Núcleo de Presidente Venceslau (a 629 km da capital), descobriram os planos da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para matar agentes das forças de segurança do Estado de São Paulo — policiais militares e civis e agentes penitenciários.

O responsável por planejar e determinar as execuções dos agentes das forças de segurança, segundo as investigações da SAP e do Gaeco em Presidente Venceslau, é o sequestrador e homicida Wanderson Nilton de Paula Lima, conhecido como Andinho.

De acordo com o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco, Andinho e seus aliados dentro do PCC realizaram levantamentos, inclusive com fotografias e dados pessoais completos, de dois agentes penitenciários do CRP (Centro de Readaptação Penitenciária) de Presidente Bernardes (a 589 km da capital), considerada a prisão mais rigorosa do Estado de SP, onde os presos passam 23 horas trancados nas suas celas e não têm contato físico com visitantes.

Advogados do PCC tentaram comprar desembargador e delegado da Polícia Civil

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Nesta quarta-feira (14), por decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), 13 detentos apontados como chefes da facção criminosa PCC foram transferidos da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau para o CRP de Presidente Bernardes, onde deverão passar ao menos 60 dias.

Em maio de 2006, uma transferência de detentos ligados ao PCC para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau foi um dos motivos da maior onda de ataques da facção criminosa contra as forças de segurança pública do Estado de São Paulo.

A investigação da SAP e do Gaeco apreendeu, em no meio deste ano, cartas codificadas na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau com as ordens para as mortes dos agentes públicos.

Ao lado de Hamilton Luiz Pereira e Fábio de Oliveira Souza, Andinho foi denunciado nesta quinta-feira (15) à Justiça pelo planejamento das execuções das forças de segurança. Os três, segundo a denúncia, são os responsáveis pela “Sintonia Geral do Interior” da facção criminosa PCC.

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