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Denúncia: vídeo mostra políticos de MS em motéis com adolescentes

Ex-vereador foi descoberto praticando sexo com adolescentes. Foto: Arquivo/MSNoticias
Reportagem feita por uma equipe de jornalistas do programa Fantástico será exibida na noite deste domingo (29) para mostrar ação de integrantes de uma rede de prostituição envolvendo políticos de Mato Grosso do Sul.

O programa apresenta vídeo, no qual políticos do Estado foram flagrados dentro de motéis com meninas de 15 anos. De acordo com reportagem, clientes que pagavam pelo programa tinham preferência por meninas novas. Além de políticos, há suspeitas de que empresários do ramo alimentício do Estado também estejam envolvidos no caso.

Entenda o Caso

Em abril de 2015, o ex-vereador Alceu Bueno (sem partido) e o ex-deputado estadual Sérgio Assis (PSB) foram indiciados por suspeita de manter relação carnal com menor na forma de exploração, conforme especificado pelo artigo 218-b, parágrafo segundo do código penal.Caso envolvendo Alceu Bueno resultou na prisão de três pessoas: Fabiano Viana Otero, Luciano Pageu e o ex-vereador Robson Martins. De acordo com investigações, os três teriam arquitetado um esquema para extorquir dinheiro de políticos e pessoas consideradas figuras públicas no Estado.

Segundo investigações, eles agenciavam encontros sexuais com as adolescentes, que registravam tudo em câmeras escondidas para, depois, o material ser usado em chantagens e extorsão, que teria sido esquematizado pelo empresário Fabiano Viana Otero e que teria a participação do ex-vereador Robson Martins, que nega envolvimento no caso assegurando ter sido vítima de Alceu Bueno. As imagens gravadas por adolescentes vazaram para as redes sociais. A gravação deixa claro que as adolescentes confirmaram suas idades aos envolvidos.

À época, o ex-vereador Robson Martins, em entrevista exclusiva ao MS Notícias, afirmou que o flagrante armado pelo ex-vereador Alceu Bueno foi uma tentativa de desviar o foco de atenção da imprensa e da polícia do envolvimento de Alceu com práticas sexuais com adolescentes. A reportagem tentou entrar em contado com o delegado da Dpca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), Paulo Sérgio Loretto, porém não foi encontrado.

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