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Bloqueio de bens foi total e Puccinelli fica sem um vintém

Bloqueio é referente à Operação Lama Asfáltica.

O ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Pucinelli, teve todos os bens bloqueados pela Justiça Fedderal, de acordo seu advogado Renê Siufi, que defende o peemedebista. A juíza federal Monique Marchioli Leite, da 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande, assina a decisão. Ela já havia declarado o bloqueio de bens, no valor de R$ 43 milhões, de 24 investigados na Operação Lama Asfáltica.
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Puccinelli declarou patrimônio de R$ 5,3 milhões ao Tribunal Regional Eleitoral, porém não se sabe ao certo o valor exato bloqueado judicialmente. Também foram bloqueados os bens do sócio proprietário da Gráfica Alvorada, Mirched Jafar Junior.

A ação é referente a investigação da segunda fase da Operação Lama Asfáltica, Fazendas de Lama, quando a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão no apartamento de André Puccinelli e na empresa de Mirched Jafar Junior, dono da Alvorada.

De acordo com o advogado Renê Siufi, ele não pode dar mais informações sobre o caso, pois está correndo em segredo de Justiça. Mas, o defensor disse que o bloqueio é o mesmo dos outros envolvidos na Operação Fazendas de Lama, deflagrada em 10 de maio, quando se bloqueou R$ 43 milhões de cada um dos 24 investigados, sendo eles: João Amorim, Edson Giroto, Elza Cristina Araújo Dos Santos Do Amaral, Ana Paula Amorim Dolzan, Proteco Construções L Toa, Flávio Henrique Garcia Scrocchio, Rachel Rosana De Jesus Portela Giroto, André Luiz Cance, Wilson Roberto Mariano De Oliveira e Helio Yudi Komiyama.

Puccinelli e Jafar são citados nos relatórios da Lama Asfáltica devido à suposto esquema de desvio de dinheiro em contratos de R$ 29 milhões para aquisição de livros paradidáticos durante o governo do próprio André.

Com base nos documentos da CGU (Controladoria-Geral da União), da Polícia Federal e da Receita Federal, a juíza Moniche Marchiolli afirma, nos autos, que a ‘extrema celeridade no processo e os erros encontrados indicam novamente que a verdadeira intenção da aquisição milionária (de livros) foi o desvio de recursos públicos e o recebimento de propina’.

“Assim, extrai-se da análise realizada pela CGU, em conjunto com as interceptações telefônicas levadas a efeito na primeira etapa das investigações da denominada Operação Lama Asfáltica, que há indícios de que a Gráfica Alvorada tenha sido beneficiada pela Administração estadual, por meio de fraude na contratação, mediante o pagamento de propina a agentes públicos, inclusive, ao ex-governador André Puccinelli”, resume a juíza federal.http://www.topmidianews.com.br/

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