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Associação Comercial e Sindicato Rural de Laguna organizam protesto contra invasões de terra.

Associação Comercial e Sindicato Rural de Laguna organizam protesto contra invasões de terra.
A Associação Comercial e Empresarial de Laguna Carapã (ACELC) e o Sindicato Rural de Laguna Carapã estão organizando uma carreata em protesto contra as invasões de terra que estão ocorrendo em decorrência das demarcações indígenas, o movimento acontecerá nesta sexta-feira, dia 22.
Segundo o Presidente da ACELC, José da Silva, o Zezinho, esse movimento visa repudiar as invasões de propriedade privadas por indígenas, “essa questão tende a se alastrar para a cidade, ameaçando o comércio e o emprego, por esse motivo a ACELC tomou essa iniciativa, como forma de chamar a atenção para essa situação que está afetando nosso município”, destacou Zezinho.
O presidente do Sindicato Rural de Laguna Carapã, João Firmino Neto, agradeceu a iniciativa da ACELC e informou que o Sindicato Rural dá todo o apoio ao movimento, “as invasões de terra não afetam somente o campo e os produtores rurais, essa situação afeta diretamente as cidades, pois tende a diminuir a arrecadação dos município, diminuir emprego e renda e consequentemente a economia local, afetando o comércio também, temos que todos nos unir para que essa situação se resolva”, salientou João Firmino.
A carreata sairá da frente do Ginásio Municipal Agenor Nava às 15:00 horas. O comércio lagunense irá fechar por uma hora (das 15h às 16h) para poder acompanhar e apoiar o ato.
De acordo com Zezinho várias empresas lagunenses já aderiram ao movimento, “queremos contar com o apoio e a participação de todas as empresas lagunenses, pedimos aos que ainda não confirmaram a participação, para que entrem em contato com a ACELC para maiores informações, convidamos também a toda a população para esse ato”, esclareceu.
O presidente do Sindicato Rural, também convocou todos os produtores rurais para participarem, “vamos nos unir para mostrarmos a força do povo, convido a todos os produtores rurais, não só os das áreas afetadas, pois todos nós seremos atingidos de alguma maneira ou de outra”, finalizou o presidente.

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