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Sessão da Câmara da Capital é encerrada após confusão, bate-boca e agressão

A sessão da Câmara de Vereadores de Campo Grande foi encerrada com menos de uma hora de duração na manhã desta quinta-feira (5) devido à confusão gerada pela presença de 250 comissionados da administração do prefeito Alcides Bernal (PP).

De acordo com o Correio do Estado, o grupo, que era formado por diretores de escolas e a secretária de Política para Mulheres, Leyde Alves Pedroso, foi para o plenário para protestar contra o vereador Roberto Durães (PSC), que na sessão da última terça-feira (3) fez insinuações pejorativas contra a mãe de Alcides Bernal, veja aqui.

O ex-secretário de Governo, Paulo Pedra, atualmente assessor do prefeito, também estava presente.

Os comissionados passaram a gritar “Gaeco”, em referência à investigação que apura suposta compra de votos na Câmara durante processo que cassou Bernal. Houve bate-boca entre vereadores e servidores contratados.

O tumulto cresceu mais porque professores da rede municipal de ensino e funcionários administrativos da prefeitura estavam na sessão para protestar pelo reajuste de 2,79% apresentado pelo governo municipal e que seria votado na sessão. Os dois grupos promoveram gritaria, o que transformou a Câmara em uma bagunça.

Ainda conforme o portal, houve princípio de agressão. O repórter da rádio Difusora, Élcio Pinheiro, 49, estava fazendo transmissão ao vivo e foi agredido com uma bolsa por um comissionado.

“Ele não gostou que falei que tem um lado cobrando reajuste e o outro comprando as dores da mãe do prefeito. Cara louco”, disse.

O presidente da Casa, João Rocha (PSDB) decidiu encerrar a sessão porque não havia mais controle da situação. Foi preciso que as luzes da Câmara fossem completamente apagadas para dispersar as pessoas presentes no plenário.

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