Policial

Trio é preso com carga de cocaína avaliada em R$ 2,5 milhões

Todos foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo…
ALMOR PARAGUAY.
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Ely Anderson Bernal André, 24 anos, José Victor de Souza André, 32 anos, e sua esposa Dagmar Miranda da Silva, 24 anos, foram presos ontem ao serem flagrados por investigadores da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) com 65 quilos de cocaína pura e pasta base de cocaína, avaliados em R$ 2,5 milhões. Flagrante aconteceu na residência do casal, na Rua Treviso, Bairro Jardim Ravena, na região da saída para Cuiabá, em Campo Grande (MS).

Delegado João Paulo Sartori explicou que investigadores receberam denúncia de que diversos disparos foram efetuados na casa de José, durante o Natal. Ontem, policiais passaram a monitorar o local e um dos agentes observou, por cima do muro, que Ely e José tiravam tabletes de cocaína do bagageiro, das laterais e de outros compartimentos ocultos no veículo de José, modelo Cobalt.

Suspeitos foram abordados e, além dos 65 quilos de droga e balança de precisão, polícia encontrou duas armas de fogo importadas, sendo um revólver calibre .38 e uma pistola importada calibre .380, além de 32 munições destes dois calibres e duas de calibre .12.

No quintal havia uma caminhonete Hilux onde foi encontrada a quantia de R$ 1,9 mil e, na mesa de sinuca tinha R$ 83,00.
PNEUS PORA.
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Transporte de droga

Conforme delegado João Paulo Sartori, trio transportava droga de Corumbá para Campo Grande e, a cada viagem, cada um deles recebia de R$ 700 a R$ 1 mil por quilo de entorpecente. Envolvidos confessaram que, ao todo, fizeram três viagens.

Ely é dono de uma loja de roupas no Bairro Santo Amaro e proprietário da Hilux. Ele disse que passou a transportar droga porque estava endividado por conta do alto valor das parcelas da caminhonete. “Comprei sem pensar, fiz uma burrada e fiquei endividado”, justificou.

Já José Victor é dono de lava-jato no Jardim Talismã e costumava manipular droga na frente dos filhos menores, que diziam que o “papai estava vendendo rapadura”.

Todos foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo.

Informações são do Correio do Estado.

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