Policial

PONTA PORÃ= Polícia está perto de concluir investigação sobre execução de casal

Nove dias após a dupla execução ocorrida no bairro Ignez Andreazza, em Ponta Porã, onde mais de 50 tiros de pistola e metralhadora foram disparados contra um casal, investigações estão avançadas e possível autoria do crime deve ser desvendada em breve.

Rafael Alves Borges, de 29 anos, e Kelly Silgueiro Peralta, de 30 anos, foram encontrados mortos na manhã do dia 11, dentro do veículo Hyundai, com placas de Campo Grande, com quantia aproximada de R$ 13 mil. Os autores estavam em uma moto e fugiram logo após os disparos, segundo populares que não quiseram se identificar.

O pai de Kelly, intimado a depor junto com a mãe, na terça-feira (17), continua de atestado médico, por isso ainda não foi depor. “Ele ainda está de atestado. Mas creio que já temos elementos suficientes para continuar com o trabalho”, analisou Patrick com breves palavras.
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Análise do material coletado, anexado às informações que chegaram ao delegado responsável pelo caso, Patrick Lineares, da 2ª Delegacia de Ponta Porã, o motivo do crime está prestes a ser descoberto. “Apareceram mais algumas suspeitas, não podemos dar mais detalhes para não atrapalhar a investigação, mas posso garantir que o processo está bem avançado e creio que chegaremos nos autores”, avaliou o delegado.

Kelly era formada em nutrição. Informalmente, o delegado soube, ainda, que ela administrava um hangar, no Paraguai, e que o pai dela seria mecânico de aviões. É possível que o dinheiro seja proveniente do negócio. “Não tem como confirmar nada ainda. O que temos de informações são rumores”, destacou Patrick.

No dia do crime Kelly e o marido estavam a caminho da casa dos pais, que moram no mesmo bairro. A nutricionista era irmã de Cristian Peralta, assassinado há algum tempo em Cuiabá (MT). Lineares já solicitou cópia do documento para saber o motivo da morte do irmão da vítima, no Estado vizinho.

Cristian teria morrido durante suposto roubo, o que descartaria relação com a morte da irmã dele. No entanto, apesar de Cristian não ter tido passagens pela polícia, rumores indicam que ele tinha envolvimento com traficantes e teria fugido de Ponta Porã para Cuiabá.

Pouco antes da data da execução Rafael teria comentado com um amigo que temia pela morte dele e sa esposa. Até o momento ninguém foi preso.correio do estado

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