Policial

Empresário de MS é investigado por tráfico milionário de cocaína em SP

O empresário Paulo Rogério Fernandes Pereira continua preso em São Paulo, depois de ser flagrado na última sexta-feira (13) junto com outras sete pessoas, com 287 kg de cocaína. Ele é de Corumbá (a 419 km de Campo Grande) e em 2002 já havia sido condenado por tráfico de drogas. A PF (Polícia Federal) informou que as investigações sobre a atuação da quadrilha prosseguem, mas por enquanto não está prevista a realização de ações em Mato Grosso do Sul.

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De acordo com a PF de São Paulo, a atuação da quadrilha estava sendo investigada há cerca de um ano, e depois de receber informação de que uma carga da cocaína estaria chegando no prédio onde a droga era guardada, os policiais ficaram monitorando o local e quando o carro usado por integrantes do bando chegou, houve a abordagem e quatro criminosos foram presos. Os outros quatro foram presos em outros endereços.

No apartamento alugado pela quadrilha, localizado no bairro Morumbi, área nobre de São Paulo, e em outros três endereços, a polícia apreendeu seis fuzis, 10 pistolas, uma espingarda calibre 12, uma submetralhadora, 1.800 munições de vários tipos, US$ 60 mil e R$ 930 mil.

A PF prossegue com as investigações agora para levantar outros negócios da quadrilha e também para identificar a rota usada para traficar a cocaína trazida de outros países. Paulo Rogério Fernandes Pereira já havia sido condenado em 2002 por tráfico de drogas. Conforme o processo, ele foi acusado de ser o responsável pela compra de cocaína na Bolívia e pela contratação de motorista para levar a droga para São Paulo.

Há alguns anos Paulo Rogério estava trabalhando no mercado da carne, ao arrendar um frigorífico em Corumbá. Atualmente, ele estaria atuando no transporte de bovinos. A família da esposa dele era ligada ao comércio. Ninguém da família dele foi localizado para falar sobre a prisão. O Campo Grande News procurou também os advogados que atuaram em processos dele e de familiares. Os que atenderam as ligações não quiseram falar sobre o assunto por não estarem atuando no caso. Outros não atenderam as ligações.G-1

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