Brasil

Para economista, medidas de ajuste do governo de MS são necessárias

“Se não fossem as medidas adotadas estaríamos num caos”, afirma o economista
Em um cenário de retração econômica, os ajustes adotados pelo governo de Mato Grosso do Sul são considerados necessários, conforme avaliação do economista Thales de Souza Campos, presidente do Corecon-MS (Conselho Regional de Economia do Estado). “Mato Grosso do Sul está no caminho, se não fossem as medidas adotadas estaríamos num caos”, afirmou o economista.

Campos avaliou as medidas em análise dos indicadores do BC (Banco Central), divulgados nesta segunda-feira (dia 15). De acordo com o BC, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) registrou crescimento de 1,12% no primeiro trimestre deste ano, comparado com o verificado entre outubro a dezembro de 2016. O IBC-Br é considerado pelo mercado como prévia do PIB (Produto Interno Bruto), que será divulgado pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em junho.

Para o economista, esse crescimento não significa que fim da crise. Ele defende que uma das questões que precisa ser melhorada em nível nacional é o controle dos gastos em todos os poderes. Nesse sentido, ele avalia como necessária a adoção de medidas de ajustes pelo governo de Mato Grosso do Sul.

O governador Reinaldo Azambuja tem promovido cortes, como os da reforma administrativa que reduziu o número de secretarias de 15 para 10. “Se não conter os gastos, não há PIB que consiga bancar essas despesas”, diz o economista.

Campos diz que Mato Grosso do Sul tem as melhores condições para crescer mesmo num cenário de economia ainda em recessão, por ser um grande produtor de alimentos para os países. “O agronegócio está sempre em crescimento mesmo na recessão, pois o mundo precisa se alimentar”, comenta o economista.

Fonte: Campo Grandenews

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