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MS:Papai Noel ‘sumiu’ e nem pagamento do 13º anima o comércio da Capital

Faltando 20 dias do Natal, data mais aquecida para o comércio, consumidores que já receberam a primeira parcela do 13º preferem pagar contas a fazer compras. O resultado é que os lojistas perceberam aumento tímido do movimento. Andando pelas ruas do centro, percebe-se que muitos estabelecimento da região central de Campo Grande ainda não decoraram as vitrines com motivos natalinos e os que enfeitaram as lojas, não fizeram grande produção.
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Apesar de parte dos trabalhadores terem recebido o 13º salário, seja integral ou a primeira parcela, muitos estabelecimentos não perceberam aumento do movimento no dia 1º de dezembro. Na loja Damyler, o gerente Rodolfo Gomes espera que no final de semana o cenário mude.

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Não é pra menos. O consumidor está precavido e prefere guardar e pagar contas. O vendedor Cleyton Luiz Pereira de Souza, de 29 anos vai guardar a primeira parcela do 13º para pagar os impostos do início do ano. Já a segunda parcela ele vai gastar. “Vou usar nas comemorações de final de ano”, explica. Poupar também é o objetivo do auxiliar administrativo Jackson Willian Conceição Pereira, de 17 anos. “Quero comprar uma moto ou um carro”, conta.

“Já gastei tudo”, conta a balconista Fabrícia Santos de 24 anos, mas explica que é porque começou a trabalhar há poucos meses e recebeu uma pequena quantidade.
Há quem destine o dinheiro para pagar contas. É o caso da psicóloga Andressa Gomes, de 28 anos. “Tenho contas e prestações de roupas que comprei”. A estudante e aprendiz Tandara Trabulsi, de 18 anos usou a primeira parcela para pagar a faculdade. “Ainda não sei o que vou fazer com a segunda parcela”, relata, mas afirma que não vai comprar presentes pois é de outro estado e não vai viajar para passar as festas com a família.
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Ainda que o comportamento geral do consumidor seja tímido, algumas lojas perceberam um pequeno aquecimento nestes dois primeiros dias do mês. A loja de roupas infantis Cantinho do Bebê registrou uma visitação um pouco maior que o normal, segundo a funcionária Izilda Luiza Borges, de 52 anos. “Ontem (1) o movimento foi bom, hoje (2) não. Vamos esperar. Está difícil pra todo mundo”, observa.
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