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MP não quer indígenas “atrapalhando” a passagem da tocha por Dourados

O Ministério Público Estadual, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Dourados, recomendou à prefeitura que adote todas as medidas necessárias para manutenção da ordem urbanística da cidade durante a passagem da Tocha Olímpica, no dia 26 de junho.

Entre as ações, o promotor de Justiça Amílcar Araújo Carneiro Júnior pede para que haja uma reunião com o Ministério Público Federal e lideranças indígenas no intuito de prevenir eventuais impasses durante a chegada do símbolo maior dos Jogos do Rio de Janeiro.

A tocha adentrará a cidade pela MS-156, via que corta as aldeias Jaguapiru e Bororó.

Uma das justificativas da promotoria são os conflitos recentes ocorridos em Caarapó que resultou na morte de Clodioldo Adileu Rodrigues de Souza, no dia 14 de junho após confronto com produtores rurais.

A ação também deixou outros seis indígenas e três policiais militares feridos.

Plano de Gestão

O promotor também recomenda que o Executivo elabore e implemente o Plano de Gestão de Tráfego, para garantir a movimentação e a segurança da equipe e população, durante a celebração do revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016, além da interdição total das vias de passagem da tocha em ambos os sentidos, para o controle de incidentes.

Para o Ministério Público, também é necessário a disponibilização de policiamento, veículos de emergência adequados e mão de obra qualificada, para maior segurança do público espectador durante o evento.

Definido

Na manhã desta sexta-feira (17), o prefeito de Dourados, Murilo Zauith (PSB), convocou coletiva e explicou todas as medidas que serão tomadas junto a comissão organizadora do revezamento da tocha durante o percurso no município.

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