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Mulher trai mais que homem em Dourados revelam investigações particulares

Mulher trai mais que homem em Dourados revelam investigações particulares
Detetive afirma que 90% dos traídos continuam o relacionamento.

© Divulgação
Quem trai mais? O homem ou a mulher? Em Dourados quem trai mais em seus relacionados são as mulheres independente de serem solteiras ou casadas.

Pelo menos esta é a constatação do detetive particular Elieverton Gomes que ganha a vida bisbilhotando aqueles que não confiam mais nos seus parceiros e querem uma prova da suposta traição.

De cada dez homens investigados apenas cinco ou seis estão traindo, diz Elieverton revelando que no caso das mulheres a situação é diferente. De cada dez mulheres investigadas nove ou todas estão traindo.

Com o avanço da tecnologia e a chega dos smartfones a traição ganhou outros contornos e os sistemas de investigação também tiverem que avançar.

Por isso que o detetive douradense adquiriu novos equipamentos e fez cursos de reciclagem para entender toda a dinâmica dos casais já que apenas uma foto ou filmagem da dupla entrando ou saindo do motel não satisfaz o cliente.

Atualmente, segundo Elieverton, a traição é cibernética. Tudo está nas máquinas. Apenas uma conversa no celular já é prova suficiente documentar a traição, diz o investigador lembrando que a dinâmica de uma traição começa com a desconfiança ou descoberta.

“O segundo passo é buscar provas para realmente confirmar que o cliente está sendo traído’ diz o detetive que ao entregar as provas ao seu contratante e receber pelos serviços descobre que em quase 90% dos casos o traidor continua traindo e o traído prossegue com o relacionamento. “Quem trai não para de trair”, decreta.

Elieverton explica que na maioria dos casos em apenas dois dias o a traição no celular é resolvida e comprovada. “Instalamos um grampo via whattapp e copiamos todas as conversas”, revela o detetive que por apenas R$ 1500,00 resolve o caso que inclui escuta telefônica, rastreamento pelo GPS, varredura no Facebook e em outras redes sociais.

O detetive afirma que atualmente as pessoas que mantém um relacionamento extraconjugal e são descobertas continuam com “a titular”.

Elieverton diz que a pessoa que procura um detetive não quer alarde, não quer violência, pretende apenas ter a certeza que é “corno” para poder continuar o relacionamento “com paz” já que o trocadilho “chumbo trocado não dói” acabou se transformando em “chifre trocado não dói”.

Fonte: Midiamax

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