Brasil

Fetems rejeita adiar para agosto reajuste de 11,36%

O presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), Roberto Magno Botareli César, vai pedir audiência hoje, dia 18, com a governadora em exercício Rose Modesto, quando pretende comunicar a decisão do magistério de não aceitar reduzir de 11,36% para 7,41% o reajuste da categoria previsto para 1º de janeiro, nem adiar para agosto sua aplicação. Na última sexta-feira Rose Modesto defendeu o diálogo com os professores, para tentar convencê-los a negociar a aplicação do reajuste.
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Pelos cálculos da Fetems, o aumento terá um impacto de R$ 11 milhões de folha da educação, elevando em R$ 265,25,o salário inicial por 20 horas aula, do professor com nível universitário, que passaria de R$ 2.334,96 para R$ 2.60021.

“Este reajuste foi estabelecido em decisão judicial, transformada na lei complementar 87/2014”, lembra o dirigente sindical, garantindo que o Governo do Estado fez os ajustes necessários para equilibrar suas contas (elevando alíquota do ICMS e do IPVA), enquanto o magistério deu sua contribuição, concordando em adiar de 2018 para 2013, a integralização do piso nacional para as 20 horas/aula.

Na segunda-feira passada, dia 13, a secretária Estadual de Educação, Maria Cecília Amendôla, junto com os secretários de todo o País, se reuniu com o ministro da Educação Aloisio Mercadante, tentando convencer o Governo a reduzir para 7,41% o reajuste do piso nacional e adiar para agosto sua aplicação. A mesma manifestação foi encaminhada pelos governadores a presidente Dilma Roussef.
O presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), Roberto Magno Botareli César, vai pedir audiência hoje, dia 18, com a governadora em exercício Rose Modesto, quando pretende comunicar a decisão do magistério de não aceitar reduzir de 11,36% para 7,41% o reajuste da categoria previsto para 1º de janeiro, nem adiar para agosto sua aplicação. Na última sexta-feira Rose Modesto defendeu o diálogo com os professores, para tentar convencê-los a negociar a aplicação do reajuste.

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Um dos argumentos apresentados foi de que nos últimos seis anos o piso teve aumento acumulado de 87%, um ganho real (acima de inflação), enquanto os estados e municípios passam por dificuldades financeiras.

Toda esta mobilização não adiantou, porque no mesmo dia foi publicado o decreto elevando de R$ 1.917,78 para R$ 2.1356,63, o piso para o professor normalista serve de base para calcular a remuneração do restante do magistério.

Ano passado os professores tiveram 20,11% de reajuste, 13,01% em janeiro, correção do Piso Nacional e 6,28% que foi pago no mês de outubro referente à porcentagem para integralizar o Piso por 20 horas.

Hoje os professores estão recebendo 73,78% do valor do Piso nacional que a categoria quer receber por 20 horas. Neste ano, conforme o acordo firmado ano passado com o Governo, além destes 11,36%, ele terão em outubro, mais 5,92%.

Fonte: Campo Grandenews

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