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Embrapa lança alternativa para controle da buva e capim amargoso

Embrapa lança alternativa para controle da buva e capim amargoso
22/01/2016 ultivar BRS 397CV é a primeira do chamado sistema Cultivance, que possui a resistência a outro grupo de herbicida e torna-se uma opção ao glifosato.

A Embrapa Soja e a BASF lançam a primeira cultivar adaptada ao Sistema Cultivance, chamada BRS 397CV. A variedade representa uma nova opção para rotação de tecnologias para o manejo de plantas daninhas que já possuem resistência ao glifosato, como a buva e o capim amargoso.
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De acordo Edilson Cotelo, gerente de biotecnologia da BASF, a tecnologia será fundamental para que os sojicultores possam “rotacionar” herbicidas com diferentes mecanismos de ação para evitar a seleção de biótipos resistentes.

A tecnologia será apresentada na Showtec, que ocorre em Marcaju (MS). No evento, haverá uma unidade demonstrativa, semeada em duas épocas diferentes de cultivo. Além disso, os produtores terão a oportunidade de acompanhar, na prática, como funciona esse novo sistema de manejo de plantas daninhas em soja.

– É com grande satisfação que lançamos no Showtec a primeira soja geneticamente modificada integralmente desenvolvida no Brasil – ressalta o chefe-geral da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias.

A cultivar
A BRS 397CV, desenvolvida pela Embrapa, em parceria com a Fundação Meridional apresenta alto potencial produtivo, com bons rendimentos inclusive na presença do nematoide de galha Meloidogyne javanica.

A cultivar é recomendada para plantio antecipado. A semeadura deve ser feita preferencialmente entre 5 de outubro e 5 de novembro. A BRS 397 CV tem crescimento indeterminado e pertence ao grupo de maturidade 6.2, de ciclo precoce.
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Herbicida
O herbicida que integra o Sistema Cultivance pertence à família das imidazolinonas e está registrado com o nome comercial de Soyvance® Pré. Desenvolvido pela BASF, o herbicida previne a infestação de plantas daninhas folhas largas e estreitas, incluindo aquelas de difícil manejo. Sua aplicação é feita após o plantio até, no máximo, o estágio V1 da soja, o chamado Plante e Aplique.

O controle das plantas daninhas é iniciado de forma preventiva, eliminando a matocompetição inicial e permitindo que as cultivares de soja expressem todo o seu potencial produtivo. Com ação residual e de alta eficiência, ele controla as principais plantas daninhas, como Trapoeraba (Commelina bengalensis), Corda de Viola (Ipomoea sp.), entre outras.
FONTE: Soja Brasil
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